Nova receita combina maçãs Fuji e Gala com levedura de Sauvignon Blanc e propõe um consumo voltado à degustação e à gastronomia
Lançada oficialmente em 18 de agosto de 2026, a Manza Dry amplia o portfólio da marca mineira com uma sidra de perfil seco elaborada a partir de maçãs Fuji e Gala brasileiras. Desenvolvida por Hélio Josengler, a receita combina corpo leve, carbonatação média, acidez equilibrada e final seco e persistente, com proposta voltada especialmente à degustação e às harmonizações à mesa.
A bebida apresenta coloração amarelo-ouro, com aromas de maçã fresca e outras frutas de pomar acompanhados por nuances da fermentação e um discreto caráter vínico. No paladar, a fruta continua presente, mas sem um dulçor perceptível conduzindo a experiência.
Levedura de Sauvignon Blanc entra na construção aromática
Uma das principais diferenças da Manza Dry está na fermentação. A receita utiliza levedura de Sauvignon Blanc como parte da construção aromática, escolha que acrescenta referências encontradas no universo do vinho sem afastar a maçã do centro da bebida.
Segundo Josengler, a intenção foi explorar o que a fermentação poderia acrescentar ao perfil da fruta. O resultado mantém frescor e textura macia, enquanto acidez e carbonatação ganham maior participação na percepção da sidra.
A página oficial do produto informa que a bebida é preparada sem açúcar adicionado e sem aromatizantes, além de não conter glúten. A composição declarada inclui água, suco natural concentrado de maçã, ácido málico, sorbato de potássio, metabissulfito de potássio e ácido ascórbico. O produto contém sulfitos.
A nova receita aprofunda uma abordagem gastronômica que já aparecia em outros lançamentos da marca. A Manza Maçã, Amora e Manjericão, por exemplo, também chegou ao mercado acompanhada por combinações desenvolvidas para explorar acidez, notas frutadas e elementos herbais.
Guia amplia repertório de harmonizações
Para organizar as possibilidades da Manza Dry à mesa, a marca desenvolveu um guia de harmonizações com Mário Aguiar, sommelier, mestre cervejeiro e mestre em estilos. O material reúne sugestões que passam por queijos, charcutaria, carnes, aves, peixes, frutos do mar, pratos vegetarianos, cozinha asiática e sobremesas.
Entre os queijos aparecem parmesão, gruyère, gouda e meia cura mineiro, nos quais acidez e carbonatação funcionam como contraponto à gordura e à intensidade. Brie e camembert seguem outro caminho, combinando cremosidade com a secura da sidra.
Presunto cru, copa, salame artesanal e pastrami também entram no repertório, assim como picanha suína, lombo, pancetta e costelinha. Peixes grelhados, camarões, ostras, vieiras, risotos, sushi, sashimi, tempurá e preparações de picância moderada completam a parte salgada.
Nas sobremesas, a proposta parte justamente da ausência de dulçor marcante na bebida. Pavlova, crème brûlée, cheesecake, pudim de leite, tortas de maçã e pera e preparações com frutas vermelhas aparecem entre as sugestões.
Cinco harmonizações em Belo Horizonte
A aplicação prática do guia ganhou cinco interpretações em restaurantes de Belo Horizonte.
No Fuga Bar & Cozinha, o Mix de Escabeches e Picles da Casa trabalha com a proximidade entre a acidez das conservas e o frescor da sidra.
O Zuzunely escolheu a Pavlova Francesca, preparada com creme de iogurte e clitória, frutas vermelhas, Sucrilhos caramelizados e caramelo salgado. Aqui, a relação acontece pelo contraste entre a doçura da sobremesa e o final seco da bebida.
No Amoreira 71 Bar, o Tempurá de Couve-Flor, acompanhado por coalhada, tahine e mel picante, reúne fritura, cremosidade, dulçor e picância. A acidez e a carbonatação da Manza Dry ajudam a renovar o paladar entre as garfadas.
O Mauê Empório apresenta a Acelga na Brasa, com molho caesar, parmesão e nozes caramelizadas no missô, aproximando o caráter da sidra das notas tostadas, salgadas e caramelizadas do prato.
Na Adega Guga Bar & Restaurante, a combinação é feita com Roast Beef de Maçã de Peito Defumada, finalizado com pimenta-preta, flor de sal, chimichurri e rúcula fresca. Nesse caso, frescor e acidez entram como contraponto à intensidade e à untuosidade da carne.
Os valores atuais desses cinco pratos específicos não foram localizados em fontes confiáveis e atualizadas durante a apuração, por isso não foram incluídos.
A Dry chega ao mercado no mesmo período em que a Manza completou dois anos de trajetória. O ciclo também foi marcado pelo ouro conquistado pela Blackberry & Brazilian Basil — versão internacional da Manza Maçã, Amora e Manjericão — no World Cider Awards 2026, dentro da categoria Speciality Cider. A marca também terminou a Brasil RTD Cup 2026 em primeiro lugar geral e venceu nas categorias Fermentados e Outras Bases Alcoólicas.
Na loja oficial da Manza, consultada em 2 de setembro de 2026, a Manza Premium Dry Cider de 355 ml aparece por R$ 19,90, enquanto o kit de lançamento com seis garrafas de 355 ml aparece por R$ 119,40.
As vendas são realizadas pela loja oficial da Manza. A marca também disponibiliza atendimento pelo WhatsApp (31) 99706-0099 e pelo e-mail helio@manzabebidas.com.
Conteúdo destinado a maiores de 18 anos. O consumo de bebidas alcoólicas deve ser feito com moderação.
Manza Cider
Instagram: @manzacider
Foto: divulgação
Fonte: Romano Comunicação
Sommelier de cervejas, Mestre em Estilos, Publicitária, Produtora de eventos.
Apreciadora de bons drinks, avessa à cebola e comidas de texturas questionáveis.
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